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Retenção de impostos na fonte: sua empresa é obrigada a recolhê-los?

30 SET 2019

Quando falamos em reter dinheiro na fonte, uma imagem que vem logo à cabeça é a Fontana di Trevi, em Roma, na Itália, onde milhões de turistas jogam moedas e fazem pedidos todos os anos. Os pedidos devem ser os mais diversos, mas arriscamos dizer que, se esses turistas forem profissionais de finanças, os desejos mais comuns são: que a burocracia diminua e o processo de retenção de impostos na fonte fique mais simples de fazer.

Deixando Roma de lado, a retenção na fonte que falamos aqui é bem diferente da brincadeira praticada no famoso monumento. Na verdade, ela é bem parecida com a antecipação de recebíveis, um assunto que já tratamos aqui no blog. Nesta atividade, as empresas adiantam os vencimentos futuros para resolver uma situação emergencial, como o pagamento de uma dívida ou a obtenção de capital de giro. A retenção de impostos na fonte pelo governo funciona de modo parecido, uma vez que a função dessa norma tributária é cobrar uma parte dos impostos que devem ser pagos pelos contribuintes de forma adiantada, garantindo, assim, uma redução na sonegação e um melhor controle da arrecadação.

Falando assim parece algo bem simples, mas os profissionais que trabalham com impostos retidos na fonte sabem que é necessária muita atenção em cada um dos cálculos, pois dependem de detalhes relacionados diretamente ao regime tributário em que a empresa está inserida. Além disso, uma conta errada pode influenciar de modo negativo tanto o resultado financeiro quanto a segurança jurídica do negócio. Para que nem sua empresa e nem os profissionais da área financeira e contábil se vejam em maus lençóis, neste artigo esclarecemos algumas dúvidas sobre retenção de impostos na fonte.

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