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O desafio de integrar redes capilarizadas

12 JUN 2018

É quando a empresa precisa gerir mais que apenas a matriz que os problemas aparecem.

A vida dos gestores de empresas capilarizadas – compostas por várias unidades, como filiais, escritórios, centros de distribuição (CDs) ou até mesmo pontos de vendas – não é fácil. Isso porque esses executivos precisam garantir que não haja interrupção dos negócios, seja devido a uma máquina avariada ou sistema de pagamento fora do ar. Situações que podem ocorrer a qualquer hora, em qualquer lugar. Para dificultar, essas estruturas, geralmente de pequeno porte, não possuem o mesmo BackOffice de serviços típicos de uma matriz, para suporte e manutenção do parque tecnológico, que podem ser formados por computadores, impressoras, etc. e sistemas, como ERPs (Enterprise Resource Planning), utilizados nas operações diárias dos negócios. Por isso, são atendidas remotamente pela sede corporativa ou prestadores de serviços locais, que não têm o mesmo padrão e qualidade.

Diante desse cenário, os gestores muitas vezes precisam investir tempo em tarefas operacionais e não correlacionadas à sua função, como monitoria de rede e atendimento aos usuários, já que a sustentação da tecnologia realizada remotamente em filiais, escritórios e pontos de vendas não é adequada.

Além disso, apesar de estruturas como essas normalmente possuírem quantidade menor de equipamentos e sistemas, eles são tão diversificados quanto uma unidade de grande porte, fazendo com que múltiplos fornecedores sejam necessários para o funcionamento do ambiente de TI. O mesmo ocorre na gestão dos ativos, validação de garantias, renovação de equipamentos, etc. Ao optar por um modelo que forneça os ativos, sistemas e serviços com um único provedor, é possível reduzir a complexidade de gestão da TI, pois centraliza em um único player o que antes estava distribuído em às vezes mais de 20 fornecedores, sejam os provedores de tecnologias ou os prestadores de serviço, que a sustentam. Assim, os gestores de redes capilarizadas podem evitar surpresas desagradáveis, como perda de produtividade e prejuízos à imagem da empresa gerados pelo mau funcionamento dos ativos de TI. Por isso, procure já um parceiro que atenda as suas demandas, com seriedade e as melhores práticas do mercado, para garantir a continuidade plena dos negócios.
Fonte: Fenacon

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