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Aversão ao risco congela negócios no Brasil.

14 MAR 2018

Rio de Janeiro – Pelo menos três grandes operações repousam hoje na mesa de técnicos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) à espera de uma decisão do banco. Todas se arrastam há meses e são sintoma de uma nova síndrome que acometeu o Brasil na era pós-Lava-Jato: a síndrome de proteção de CPF. O problema não é exclusivo do banco: estende-se a fundos de pensão ligados a estatais e agências reguladoras.

Com medo de ser responsabilizados na pessoa física pelo Ministério Público, a Advocacia-Geral da União ou o Tribunal de Contas (para citar apenas os órgãos de controle mais ativos), funcionários que trabalham em várias partes da estrutura do Estado estão adiando decisões e optando pela paralisia como o caminho mais seguro. No caso do BNDES, a indecisão envolve participações em empresas gigantes.

Fonte:Economia

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